segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

JOGO DE ESPELHOS| O LIVRO DE CARA DELEVIGNE




Esta semana fiquei a saber que a modelo Cara Delevigne, que já agora, sou totalmente apaixonada, havia lançado um livro.
Pois é...a modelo, que também canta e também é actriz...parece que também esconde um dotes de escritora! Quantos mais talentos Cara terá?


E não...infelizmente, este post ainda não é uma resenha do livro...ainda não o tenho, mas em breve ele chega aqui a casa e ai sim...terá até video!



Mas por agora, apenas vos deixo a capa linda deste livro e alguns trechos que encontrei pela internet que espero que tal como a mim, vos deixe com muita vontade de o ler!

De escrita simples, o livro lembra um pouco o filme "A CIDADE DE PAPEL" onde Cara Delevigne é a protagonista, porém são histórias distintas com personagens diferentes.

Um livro para adolescentes que parece ter muito para ensinar aos adultos também!



“Percebi que não seriam meus pais que me salvariam, que dariam um jeito em mim ou me ajudariam. Eles estão tão ocupados se autodestruindo que eu e minha irmã mais nova, Gracie, não passamos de dano colateral.”


“Eu me inflei como um balão por causa deles, eu me transformei em esqueleto por causa deles, e nada mudou. A não ser eu.” 
“Ela quer todas as atenções, porque tem medo de ficar sozinha.
Ela quer ser querida por todos porque, às vezes, lá no fundo, ela se odeia.”
“Eu sou assim, e não me encaixo em nenhuma categoria, além da que criei para mim mesma, e por que isso faria diferença para as outras pessoas? Eu só quero ser eu mesma.” 
“Não tem nada de errado em ser quem a gente é de verdade. E, por um instante, sinto a ansiedade deixando meu corpo e paro de olhar para mim mesma no espelho e olho a cidade pela janela do quarto, as luzes de milhões de vidas piscando no horizonte.” 


“Me sinto livre, porque hoje quebrei mais uma barreira que me impedia de ser eu mesma, atravessei mais uma ponte em direcção à vida que desejo. E, pelo menos por enquanto, estou me sentindo bem por tê-la atravessado, mesmo que ela tenha se destruído depois da minha passagem.” 
“É só o que eu quero, mãe, é me sentir bem sendo quem eu sou e amar quem meu coração escolher. Não quero magoar nem causar repulsa em ninguém. Eu só quero ser eu mesma.”
“Sinto dor no corpo inteiro, como se cada pedaço de mim tivesse sido ferido, por dentro e por fora. Eu só quero que isso passe.”
Como não querer ler este livro?



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